quinta-feira, 30 de outubro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
ADCR Pereira 4-1 Moinhos
Excelente ambiente no Complexo Desportivo de Santo Estêvão para assistir à partida entre o ADCR Pereira e o Moinhos, com a equipa local a tentar, perante o seu público, o regresso aos triunfos.
ADCR Pereira: Pedro; Peralta, Maurício, Nando, Mendes; Palhas (Rui Gonçalves 85'), Zé Miguel, Rui Carlos; Rui Tinoco (Kovic 81'), Rebelo (Gomes 68'), Tarrafa
Suplentes não utilizados: Meco, Daniel, Xano, Bento
A equipa da casa entrou a todo o gás na partida criando a primeira ocasião de golo ainda não estava decorrido o primeiro minuto de jogo, com Rui Tinoco a rematar para uma defesa difícil do keeper do Moinhos. Foi o mote para uma primeira parte de total domínio pereirense, com a equipa a fazer uma pressão sufocante em meio campo adversário que desmontou completamente a sua saída de bola. Sem soluções, o Moinhos, visivelmente surpreendido, via-se e desejava-se para ter posse de bola, uma vez que, invariavelmente, perdia o esférico ainda em fase de construção, permitindo ao ADCR Pereira ir somando situações para inaugurar o marcador. Rui Tinoco, com uma entrada fantástica em jogo, liderava as ofensivas de Pereira, estando à beira do golo por três vezes nos primeiros quinze minutos.
Revelando uma grande disponibilidade física, apesar do calor intenso, os visitados praticavam um futebol vistoso, de grande intensidade, com a bola a circular rapidamente entre os seus jogadores e a criar constantes calafrios à defesa adversária, perante uma plateia que se foi empolgando com a qualidade de jogo com que ia sendo brindada. Naturalmente, e com toda a justiça, aos 27m, Tarrafa abriu o marcador ao receber a bola no interior da área após insistência de Rui Tinoco.
Aos 32m, a única oportunidade dos visitantes em toda a primeira metade com um remate a surgir no interior da área mas Pedro a mostrar que estava presente e a negar o golo com uma defesa com as pernas.
Aos 41m, o momento do jogo. Jogada brilhante do ADCR Pereira, com a bola a circular rapidamente para a esquerda do ataque e Rui Carlos a tirar um cruzamento perfeito para Tarrafa aparecer, à matador, a cabecear para o fundo da baliza e bisar na partida. Um hino ao futebol, para gáudio dos adeptos presentes.
Ao intervalo: 2-0
A segunda parte iniciou-se praticamente com o terceiro golo dos da casa. Bola metida nas costas da defesa do Moinhos, com o defesa a falhar a intersecção, e Rui Tinoco, como uma flecha, a "disparar" para a baliza e a colorir a sua grande exibição com um merecido golo.
Logo a seguir, aos 53m, foi Rui Carlos a poder fazer o quarto golo, após nova excelente jogada no ataque pereirense, ao encostar para uma grande defesa do guarda-redes.
Depois, com uma vantagem de três golos, o ADCR Pereira baixou um pouco o ritmo do jogo, dando origem a um periodo mais repartido, em que deu alguma iniciativa ao adversário, sem nunca perder porém o controlo do desafio. Foi a equipa local, inclusive, a que esteve sempre mais perto de dilatar o resultado. Aos 80m, expulsão para os homens do Moinhos após entrada violenta sobre Rui Carlos.
Aos 87m, na sequência de um pontapé de canto, o ADCR Pereira elevaria para 4-0 através de Zé Miguel que apareceu a cabecear de forma imparável.
Já sobre o final da partida, o Moinhos teria ainda tempo para reduzir na marcação de um livre frontal batido de forma "estudada".
Vitória retumbante do ADCR Pereira, numa partida em que foi sempre muito superior ao seu adversário, rubricando uma fantástica exibição e fazendo por merecer inteiramente a diferença no resultado.
Arbitragem: Arbitragem tranquila na 1.ª parte, desceu bastante na segunda ao deixar passar muitas faltas claras, com um critério pouco aceitável. Aos 77m, ficou por marcar um penalty claro, na área do Moinhos, por mão na bola.
domingo, 26 de outubro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Adémia 1-0 ADCR Pereira
Tarde de muito calor na Adémia para receber um interessante desafio que opunha o clube local ao ADCR Pereira, duas equipas moralizadas pelas vitórias alcançadas na ronda anterior.
ADCR Pereira: Pedro; Nando, Daniel, Maurício, Peralta; Palhas, Bento (Rui Góis 62'), Rui Tinoco, Tarrafa (Rebelo 65'), Rui Carlos; Zé Miguel (Xano 70')
Suplentes: Meco, Leo, Mendes, Kovic
A partida iniciou-se num ritmo baixo, toada que se manteve durante toda a primeira parte, com a iniciativa de jogo a pertencer aos da casa mas o ADCR Pereira a ser sempre mais perigoso na resposta. Com as equipas encaixadas e receosas de se desposicionar, as oportunidades de golo foram escassas. O Adémia insistia na posse de bola e na tentativa de colocar bolas nas costas da defesa de Pereira que, no entanto, se mantinha concentrada e em bloco. A excepção foi uma ocasião em que o ponta de lança se conseguiu isolar mas permitiu uma grande defesa a Pedro numa saída arrojada dos postes.
Ao intervalo: 0-0
O ADCR Pereira entrou na segunda parte a tentar surpreender, fazendo uma pressão muito alta, que durante os primeiros quinze minutos sufocou completamente o adversário, incapaz de sair da teia montada pelos pereirenses. Neste período, o jogo mudou completamente de cariz e o ADCR Pereira esteve perto de chegar à vantagem por três vezes. O destaque vai todo para uma recuperação de Rui Tinoco à entrada da área, aos 50m, seguido de espetacular remate a rasar o poste da baliza do Adémia quando os adeptos já se preparavam para festejar.
Aos 64m, e completamente contra a corrente do jogo, quando os da casa conseguiram finalmente sacudir a pressão, cumpriu-se a velha máxima do futebol "Quem não marca, sofre". Na sequência de um canto marcado à maneira curta, uma falha de marcação da defesa permitiu a um jogador contrário aparecer sozinho a cabecear para o único golo da partida. Foi o momento do jogo, com a equipa de Pereira a sentir muito o golo e a quebrar animicamente.
De modo inverso, o Adémia ganhou confiança e aproveitou a desorganização momentânea no adversário para criar ocasiões soberanas para dilatar a vantagem. Tal não aconteceu e, nos derradeiros minutos da partida, o ADCR Pereira ainda teve força para, num último suspiro, estar perto do golo em jogo direto, mas ninguém conseguiu aproveitar a confusão na área para empurrar a bola para a baliza do Adémia
A vitória sorriu à equipa da casa numa partida equilibrada, que podia ter pendido para qualquer dos lados, mas em que marcar primeiro foi decisivo para o desfecho final.
Arbitragem: Algo insegura, embora sem influência no resultado. Ainda assim, parece haver falta sobre Daniel junto à bandeirola de canto, no lance que dá origem ao pontapé de canto do qual resultou o golo.
domingo, 19 de outubro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
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